HGG inaugura sala de quimioterápicos e moderniza farmácia da unidade de saúde

Nova estrutura reforça atendimento a pacientes em tratamentos oncológicos e ao transplante de medula óssea, ampliando capacidade técnica e científica da unidade


O Governo de Goiás, por meio do Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG), inaugura Sala de Manipulação de Quimioterápicos e adota dispensários eletrônicos para a retirada do medicamento no Serviço de Assistência Farmacêutica do HGG. A nova estrutura reforça o atendimento a pacientes submetidos a tratamentos oncológicos e ao transplante de medula óssea, ampliando a capacidade técnica e científica da unidade.

Os investimentos em tecnologia somam cerca de R$ 1,3 milhão, aplicados em equipamentos de ponta para ampliar a eficiência e a segurança dos procedimentos. O secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, destacou a importância da modernização tecnológica no HGG. "Os dispensários eletrônicos permitem à equipe de enfermagem retirar o medicamento prescrito em segundos. Já a construção da Sala de Manipulação de Quimioterápicos possibilita ao profissional preparar os medicamentos antineoplásicos com total segurança e controle", afirmou.

O gerente da Farmácia do HGG, André Cândido, ressaltou a aplicação dos investimentos em tecnologia. "O Palmtop elimina a necessidade de impressão das prescrições. Após a triagem do farmacêutico, as informações ficam disponíveis no dispositivo, que faz a leitura dos códigos de barras e registra automaticamente a dispensação em nome do paciente. Isso garante 100% de rastreabilidade e segurança em todo o processo", completou.


Secretário Estadual de Saúde, Rasível Santos, acompanha a inauguração da Sala de Manipulação de Quimioterápicos e modernização do Serviço de Assistência Farmacêutica do HGG - Fotos: Marco Monteiro

A gerente de Assistência Farmacêutica da SES, Gysella Santana, destacou o impacto do avanço para toda a rede estadual. "É um orgulho presenciar esse salto tecnológico em uma unidade do SUS. O HGG evoluiu tanto nos processos quanto na tecnologia aplicada, valorizando os profissionais e aprimorando o atendimento clínico. Essa experiência serve de exemplo para as demais unidades da rede estadual, mostrando que é possível replicar esse modelo de excelência", enfatizou.

Para a presidente do Conselho Regional de Farmácia de Goiás, Lorena Bahia, o HGG é referência no cumprimento das normas sanitárias e no uso de tecnologia a serviço da segurança do paciente. "O HGG ganhou muito com os serviços farmacêuticos e clínicos implantados. Com essa nova etapa da manipulação de quimioterapia, o hospital passa a oferecer assistência completa, sem necessidade de encaminhamento para outras unidades", ressaltou.

A Sala Manipulação de Quimioterápicos é composta por uma câmara de conservação de medicamentos refrigerados; área de higienização, área de manipulação e uma cabine de segurança biológica, onde são preparadas as bolsas de medicamentos, individualizada para cada pessoa.

O fluxo de circulação de pessoas é realizado por meio de portas com travamento automático, não sendo possível abrir duas portas ao mesmo tempo. Da mesma forma ocorre o travamento de portas quando da passagem de medicamentos. As cabines de passagem são usadas para deslocamento dos materiais que serão usados para a manipulação das substâncias da sala administrativa para a de higienização.

Para acessar o ambiente onde os quimioterápicos são manipulados, é preciso passar por uma sala de paramentação, onde há equipamentos como lava-olhos e chuveiro de emergência. No espaço, os profissionais colocam os equipamentos de proteção individual (EPIs), tais como o uso luvas, macacão impermeável, máscara de proteção para agentes químicos, e demais EPIs que vão garantir a segurança dos profissionais e evitar contaminação dos remédios.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Governo de Goiás inicia troca de ingressos para Arraiá do Bem 2025

BYD destaca política vanguardista do DF para veículos elétricos; Gilvan Máximo foi precursor dos incentivos no DF

Expulsão de cavaleiro nas Cavalhadas de Pirenópolis levanta debate sobre liberdade de expressão